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Porque ainda não fiz uma Tattoo?

Quando eu era adolescente, eu tinha dois sonhos: fazer uma tatuagem e tocar numa banda de Rock! 🙂 ! Alguns de vocês acharão ridículo, eu sei… mas foi assim. A tatuagem? sem chance! Nascida em família tradicional, italianos e católicos praticantes, com tio padre e duas tias freiras… isso estava fora de cogitação. Já tocar numa banda de Rock… se a bandinha do colégio no segundo grau puder ser considerada uma “Banda de Rock”rsrs.. sim… eu fui a guitarrista! :), então… sonho realizado! kkk
Porém… o sonho da tatoo ainda iluminava minha vida! E a cada novo dia eu acordava e e pensava: Vou fazer uma tatoo! Mas em casa, meus pais eram muito rígidos. Quase nunca dialogávamos, e sempre que eu cogitava superficialmente a ideia, a minha mãe soltava em alto e bom tom, uma frase do tipo “experimenta pra ver o que te acontece…” e eu, lógico, desconversava. Meu pai não opinava muito, mas só pela forma que me olhava quando eu falava do assunto, eu já entendia qual era seu recado (Se aparecer tatuada não mora mais aqui). E na minha época, os filhos respeitavam os pais. Então… esquece tatoo!
Por algum tempo sosseguei. Nunca mais toquei no assunto… só pensando: “Quando fizer 18 anos, ninguém me impedirá de fazer minha tatoo”… Mas algo engraçado aconteceu: eu fiz 18, e nada de tattoo. Fiz 19, sem tatoo… Fiz 20, e nada… Hoje tenho 39, to casada, sou mãe… maioria dos meus amigos tem pelo menos uma tatuagem…e agora me considero ás vezes até CARETA, por não ter uma tatoo que, sei lá porque eu nunca fiz, embora o sonho esteja aqui adormecido.
Porque eu não fiz um tatuagem?
Talvez você espere uma grande justificativa teológica, que afirme ser pecado marcar o corpo, ou algo nessa linha. Sem chance! Não penso dessa forma. Não creio que o gesto de fazer um desenho no corpo seja pecaminoso, muito menos indecente. Aliás, a maioria das pessoas que criticam tatuados são na realidade, ignorantes e hipócritas na minha sincera opinião. Mas não quero entrar neste mérito porque o foco do post soy Yo!!!
Então… não sei te responder, nem ME responder, porque eu ainda não fiz a minha tatto. Talvez porque me obriguei a amadurecer muito cedo, comecei a trabalhar aos 15 anos, e já sabia que todas as minhas decisões naquela época iriam refletir diretamente no meu futuro, então todas as minhas decisões deveriam ser bem pensadas – algumas, postergadas, pois sempre fui muito focada na minha carreira profissional. E a medida que o tempo passava, percebi que fazer qualquer marcação no corpo (tatuagem, piercing, etc), poderia fechar algumas portas para mim, no ramo de atividade do qual me profissionalizei… pois a irracionalidade  e o preconceito da sociedade é tamanha, que você é avaliado primeiramente, dos pés a cabeça! Antes mesmo de entregar seu currículo numa entrevista de emprego (#revoltada) rsrsrs…
Hoje, ainda não descarto a possibilidade de fazer uma tatuagem. Mas já penso como seria, que tamanho teria, e em que parte do corpo eu faria… com quem faria… coisas que quando eu era adolescente não pensava (na minha época faziam tatuagens com Pó Xadrez)… só quem é dos anos 70/80 vai entender o que é isso kkk.
To contando tudo isso para que vocês, mais jovens, entendam, que é necessário saber que uso da liberdade e as decisões de hoje,  causam impactos no futuro, bem como o seu efeito sobre aqueles que nos cercam. Comigo foi a tatuagem. Com você, pode ser aquele post no facebook, a cor do cabelo, a compra daquela moto potente, etc… são diversas aplicações.
Em uma cultura na qual liberdade cada vez mais se mescla com irresponsabilidade, precisamos de mentes livres que demonstrem o quão mais saudável e belo é ser responsável.
Obs: Mas eu ainda quero fazer uma tatuagem!  🙂
Bjs
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Dia das Crianças Sem Consumismo!

É de pequeno, que se aprende!

É Papais e Mamães… agora que sou mãe também… sei muito bem como é difícil dizer não para um filho não é? Queremos dar sempre o melhor para eles… o tempo todo…  e agora com o Dia das Crianças chegando, dia tão esperado pelos nossos pequenos, pela indústria e pelo comércio, é uma boa oportunidade para refletirmos sobre tudo aquilo de bom e de melhor que podemos oferecer às nossas crianças. É um bom momento para aprendermos a desconfiar daquele primeiro “eu quero” pronunciado efusivamente diante da televisão ou da prateleira das lojas de brinquedos. Não cheguei a esta fase com o Lorenzo (ainda), mas sei que será inevitável daqui a um tempo e quero estar preparada para não ser mais uma vítima dessa sociedade capitalista, consumista e porque não… ostentadora!

Parece clichê, mas é fato que o de melhor que podemos dar aos nossos filhos não custa dinheiro, custa tempo e disponibilidade. Tempo com corpo, alma e coração presentes nos momentos com nossos filhos e disponibilidade para conhecê-los de verdade, assim como aos seus desejos. A proposta é aproveitar o Dia das Crianças para pensar junto com as crianças sobre como diferenciar os nossos desejos genuínos e aqueles que são implantados pela publicidade.

A publicidade trabalha com sofisticadas pesquisas de mercado e age no nosso emocional focando as nossas vulnerabilidades. Raramente vemos um produto – para criança ou para adulto – que venda um atributo material: a publicidade atual vende atributos intangíveis, valores que muitas vezes correspondem às nossas lacunas pessoais. Então num anúncio de trem elétrico veremos a diversão da família sentada vivenciada no tapete da sala ao redor do brinquedo. E é isso que a criança quer: a diversão em família e não, necessariamente, o objeto anunciado.

O que está mais acessível? A vivência-brincadeira em família no chão da sala ou o objeto-brinquedo caro na prateleira da loja? Do que é mais fácil dispor? Tempo ou dinheiro?

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Todo o marketing, todos os editoriais e todas as colunas de comportamento repetem que não temos tempo. E, acreditando que estamos sem tempo à nossa disposição, nos parece mais “fácil” trabalhar ainda mais para conseguir o dinheiro para comprar o objeto-brinquedo e satisfazer o suposto desejo da criança. E assim temos a tranquilidade de estar fazendo o melhor. Estamos mesmo? Não acho! Porque devemos ensinar às nossas crianças algo que mesmo nós, adultos, temos tido dificuldade de entender: que momentos vividos de corpo, alma e coração têm mais valor que os objetos promovidos na tevê.

E vou além… devemos aguçar os sentidos para perceber que estes momentos singulares e amorosos é que serão os que ficarão na memória dos pequenos para sempre!

Vamos repensar o futuro de nossos filhos para que não se tornem escravos do consumismo.

Bjs

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Meu filho ainda não fala…

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Texto muito interessante, elaborado pela Dra. Carine Meinerz – Fonoaudióloga, Especialista em Motricidade Ortofacial.

 

Existe um grande número de crianças saudáveis que ainda não falam. Essa “demora” para falar muitas vezes ocasiona angústia nos pais. Qual é a idade correta de uma criança falar? Algumas crianças apresentam uma “demora” para iniciar toda a sua tagarelice, porém, os pais ficam angustiados por não saber o que fazer, mas afinal, o que fazer?
A compreensão da linguagem precede à compreensão da fala, a criança comunica-se com gestos, olhares e mímica antes de se expressar verbalmente. A criança pode compreender muitas palavras mesmo sem saber articulá-las. Todo ser humano precisa ter os órgãos sensoriais, motores e de articulação em perfeitas condições para desenvolver uma linguagem correta. Também é importante que esteja em interação social.
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Para um bom desenvolvimento da linguagem, os fatores hereditários e o estado de saúde, também devem ser considerados, no caso dos médicos descartarem a hipótese com problemas de articulação, fonação, ritmo ou afasia. Os problemas de linguagem são, em sua grande maioria, relacionados a dois aspectos: psicológico  orgânico. A criança antes de controlar o próprio comportamento é capaz de controlar o ambiente através da fala.
A fala é tão importante quanto a própria ação, ambas fazem parte da mesma função psicológica e têm como objetivo resolver problemas, quanto mais complexa a ação, mais importante se torna a fala. A fala permite que a criança tenha maior liberdade de ação, e que possa diminuir a impulsividade, espontaneidade, planejando as atividades, ou seja, se auto-regulando. Além de facilitar a manipulação dos objetos, a fala também reorganiza o comportamento da criança, dando-lhe um formato humano, possibilitando que a criança oriente e controle suas próprias ações sobre o meio.
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Quando a criança não sabe falar e não existe problema orgânico, é possível que a questão social seja a grande responsável, muitas vezes, a família não permite que a criança haja por si mesmo, ou seja, atendem sempre às suas solicitações e transformam-no em “centro de atenções”, não sendo necessário para ele utilizar a fala para ser compreendido, pois a comunicação não-verbal já o satisfaz. Existem casos em que as crianças não têm como modelo uma linguagem humana, ou mesmo nas famílias nas quais o grau de miséria, seja ela sócio-econômica e cultural, influenciam diretamente na criança, por meio do uso pobre da linguagem falada e escrita e até mesmo do uso da linguagem não-verbal. O desenvolvimento da linguagem é muito importante para o ser humano, pois é antes de tudo um meio de comunicação, expressão e compreensão e é assim que interagimos socialmente.

 

DICAS PARA ESTIMULAR A FALA DE SEU BEBÊ:
Pronuncie bem, fale  sempre corretamente com a criança e mostre como articular as palavras, de forma agradável, é claro.
Force a fala,se seu filho aponta para um objeto, por exemplo, não atenda e faça de conta que você não entendeu. Peça a ele que diga o nome do que quer.
Dê espaço, proporcione momentos em que a criança fale. Deixe-a contar histórias, representar, conversar sobre o dia, contar uma piada, etc.
Fale certo, não use palavras no diminutivo. Por exemplo: em vez de  “pepeta”, diga  “chupeta”.
Tenha paciência, fale com a criança, NÃO por ela. Deixe- a terminar a frase no próprio tempo, mesmo que demore para completar a ideia.
Cantar é um bom estímulo. Leva a criança a perceber as sílabas, o ritmo e a entonação das palavras.
Conversar muito com o bebê desde o nascimento.
Ler livros para as crianças também é muito importante. As historinhas, além do estímulo que representam à imaginação, aumentam o vocabulário e a curiosidade sobre a linguagem.

Bjs

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RECICLANDO ALIMENTOS E ECONOMIZANDO EM CASA!

Gente linda! Bom dia!

A crise está pegando… (e preocupando!).

É hora de repensarmos seriamente sobre nossas finanças, nossos gastos e nossos investimentos. O que é prioridade e o que não é… e no que podemos contribuir para que a crise não nos pegue de calça curta…

Quando falamos disso, automaticamente se forma uma nuvem escura com raios de complicações caindo direto em nossa cabeça, não é?

Pois você sabia que podemos começar a nos armar contra esta crise sem sair de casa? Sim! Reaproveitando alimentos que normalmente são descartados diariamente. Neste post vou apresentar a vocês, 10 alimentos que podemos replantar em nossa casa, pois mesmo após seu uso completo, eles ainda podem nos presentear muito. E um SALVE a Mãe Natureza! É uma verdadeira Mãe mesmo!!!

Consiste numa reciclagem de alimentos, propriamente dita!

Vejam só:

post1Boa parte dos alimentos que consumimos e depois jogamos fora não precisa ter esse fim. É possível plantar, consumir e plantar outra vez alguns de seus legumes e verduras, economizando dinheiro.

CEBOLINHA: Quando usar a cebolinha, separe toda a parte branca e mais um pedacinho da parte verde. Coloque dentro de um copo com água, cobrindo a parte branda (cerca de 2,5 cm). Deixe em um local ensolarado e, dentro de poucos dias, cebolinhas novas irão brotar. Para ajudar, troque a água todos os dias. Quem tiver um pouquinho de terra pode plantá-las.

ALHO: O alho não precisa ser replantado, basta reaproveitar as folhas do bulbo. Coloque os dentes em uma vasilha de vidro com água e, em alguns dias, alguns brotos crescerão. A dica é usar apenas as extremidades, que são mais saborosas. Quem quiser também pode replantar o alho, mas isso dá um pouco mais de trabalho.

MANJERICÃO: Separe mais ou menos três pares de hastes, corte-as e as deixe com uns 10 ou 15 cm. Escolha as mais bonitas e retire as folhas da parte de baixo, deixando apenas algumas na parte superior. Coloque em um copo de vidro com água até a metade e deixe em um lugar ensolarado, trocando a água de dois em dois dias. Depois, quando as raízes estiverem com o tamanho de 2 cm, replante em um vaso médio ou floreira, pois o manjericão precisa de espaço e de sol.

CENOURA: Assim como o alho, as folhas podem ser reaproveitadas. Também não precisa plantar, basta usar a cabeça da cenoura que todos jogam fora. Assim como na imagem, o ideal é colocar várias numa vasilha com água pela metade. Em aproximadamente 15 dias, novas cenouras começam a brotar.

HORTELÃ: Funciona da mesma forma que o manjericão. Depois precisa ser plantada também em um vaso maior e com furos em baixo, pois necessita de solo drenado e de muita água. Em nenhum momento a terra poderá ficar seca. Então cuidado com o sol da tarde.

ALECRIM: Faça o mesmo processo inicial do Manjericão e da Hortelã. Depois plante os galhinhos em um vaso com furos em baixo para drenar a água, numa mistura de 2/3 de areia grossa e 1/3 de terra musgo. Pela composição da terra, já se percebe que ele não curte muita água, então não regue demais, mantenha-o num local ensolarado. Vá cortando os galhinhos quando precisar, depois replante de novo. Essa técnica pode ser usada com outros temperos, como o coentro.

ALFACE: Poderá partir também para o cultivo hidropônico. Basta pegar a cabeça da alface, aquela que ia jogar fora, e colocar numa vasilha com água, troque sempre que necessário.

ACELGA: Da mesma forma que o Aipo, reutilizar a parte inferior (raiz), “inútil”, da verdura.

ALHO PORÓ: Da família da cebolinha e tal qual, também brota fácil na água. Corte o talo com a parte da raiz, uns 5 cm, e coloque num recipiente não muito fundo ou apoie com dois palitos, um de cada lado, com água até o começo da raiz e vá cuidando para que não evapore e seque. Se for época de temperatura baixa, poderá manter na água mesmo, mas se for verão, replante num vaso com terra preparada, após criar as raízes.

CEBOLA: Com a extremidade da raiz descartada da cebola, faça a mesma técnica da água que a cebolinha, e tantas outras que citamos. Então, após aparecer as raizes, coloque ao sol em um vaso com terra de qualidade ou diretamente no solo do lado de fora.

E você, está esperando o que para se preparar para enfrentar essa crise tão assustadora que nosso país está enfrentando? Se não podemos ajudar globalmente, façamos a nossa parte dentro de casa. Nosso bolso agradece.

Um beijo.

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Imperdível! Clinique De La Muette – Banho em Recém Nascidos

Realmente emocionante!

Assistam!

Serve de exemplo para “alguns hospitais brasileiros e sua equipe de enfermeiros”… para um bom entendedor, meia palavra basta, né?!?

Queria que o Lorenzo tivesse ganhado um banho destes ao nascer, porque eu não teria coragem de dar sozinha rsrs

 

Clinique De La Muette – Banho em Recém Nascidos.

DESPRENDA-SE DE OPINIÕES ALHEIAS… “LIKE” VOCÊ MESMO!

 

 

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NÃO PERCA DE VISTA QUEM VOCÊ REALMENTE É…

Não tenho facebook pessoal, não tenho whatsapp, não tenho instragram… e quando me perguntam por que não, apenas respondo “não tenho porque simplesmente não gosto.”

Não tenho necessidade de por a público tudo que faço no dia a dia, nem publicar encontros com amigos, festas, viagens… não preciso da avaliação dos outros sobre minhas opiniões pessoais, nem das curtidas e comentários em minhas fotos, não tenho necessidade de ser admirada ou criticada na internet.

Resumindo, minha vida, minha felicidade, minha tristeza… enfim… não depende das redes sociais.

Nada contra quem gosta disso tudo e não vive sem elas, mas eu prefiro me manter a moda antiga. Gravar minhas fotos em cd’s ou no meu computador, montar álbuns de fotos reveladas, ligar e ouvir a voz de alguém, receber e visitar amigos, abraçar e beijar de verdade, matar saudades, fazer contato físico com as pessoas.

Tudo bem que uma massagem no ego de vez em quando faz parte da necessidade humana, mas não sou a favor a tanta exposição em mídias sociais, para buscar elogios e olhares de reconhecimento de pessoas que muitas vezes nem me conhecem pessoalmente.

Fico triste em saber que as referências que antes vinham da família, dos amigos, hoje vêm da internet. As pessoas estão cada vez mais distantes umas das outras. Na minha opinião, o exagero de mostrar o que se faz diariamente, postar tudo que ama ou odeia, faz parte da “cultura da vaidade” criada para alienar as pessoas e fazê-las viver num mundo de faz de conta, onde todo mundo é feliz, quer o bem do próximo, cuida do planeta e se ama.

Esta “sociedade do espetáculo” faz com que esqueçamos que a conexão com o nosso eu é o que gera a autoestima, em todas as áreas da nossa vida. Essa busca obsessiva pela opinião alheia em tudo, na verdade, faz com que a pessoa evite de olhar para si próprio e aceitar que ninguém é perfeito.

Tá certo! Quanto estamos felizes, queremos mais é que o mundo todo saiba, não é mesmo? esperar que os amigos compartilhem seus sentimentos nas redes sociais não é algo negativo. Mas a partir do momento em que a sua felicidade e satisfação dependem do número de “curtidas” e comentários na sua timeline, é onde o problema começa. Significa que você está totalmente alheio a quem você realmente é, tudo por que tem interpretado a sua vida se espelhando na vida dos outros. É preciso tomar muito cuidado com a imagem que você constrói de si mesmo nas redes sociais.

Dentro do mundo virtual, é muito fácil sermos “personagens interessantes”, para os olhos alheios. Sua personalidade acaba sendo adaptada de acordo com o ambiente, a idade ou o grupo do qual se relaciona. Você esquece de quem realmente é! E ainda acha que isso é normal. Acontece que nesta “brincadeira” você pode acabar perdendo o controle de até que ponto pode ir…

Cada vez mais estamos nos voltando ao ambiente virtual. Estamos diminuindo o ambiente real e buscando refúgio ou exílio no virtual. A internet é o novo planeta, o novo local de convivência. Não é mais a escola, a família, a vizinhança… as relações estão se tornando praticamente virtuais, e isso é preocupante.

As vezes ficamos tão acostumados com o que os outros dizem sobre nós, e nos tornamos reféns da opinião alheia. Assim, jamais nos tornaremos independentes. É como se nunca conquistássemos nossa autonomia enquanto sujeitos. Você consegue criar uma vida no mundo virtual, e ser quem vc sempre sonhou em ser. Mas não adianta apenas inventar. Precisa viver a realidade, ou fazer tornar-se real o que você tanto sonha.

Bjs

Sol Ferrari