Arquivo | outubro 2015

RECEITA DE GOULASH

goulash

A gastronomia é uma das minhas paixões depois da minha esposa, Sol (Te Amo).
Por este motivo, não posso deixar de exibir minhas habilidades na cozinha, claro!

Vou ensinar você a fazer um prato de origem Húngara chamado Goulash. Uma receita que adaptei a partir das dicas de um grande Chef, Istvan Wessel. É um prato muito saboroso e fácil de fazer, e você também pode dar o seu toque de personalidade para que ele fique ainda mais especial.

Ingredientes (porção para até 4 pessoas):
1kg de músculo picado em cubos (cubos de cerca de 2 cm de espessura)
1 cebola grande picada
1 pimentão verde picado
4 batatas inglesa ou salsa
1 cenoura grande em rodelas
1 tomate grande
Molho de tomate pronto (opcional)

Temperos (a gosto):
Vinho tinto ou branco seco (300 ml)
Cheiro verde
Endro
Pimenta (a sua escolha)
Manjericão
Sal a gosto, é claro.

Preparo:
O primeiro passo é temperar a carne com pelo menos umas 4 horas de antecedência para que o tempero seja completamente absorvido. Tempere a carne usando endro, sal e pimenta. Depois coloque a carne temperada com o vinho em um recipiente onde a carne fique submersa nele.

Para começar, refogue a cebola e em seguida adicione a carne. Que deve ser frita até que ganhe uma coloração mais escura. Neste momento você perceberá que ela começará a soltar um pouco da água em conjunto com o vinho.

Depois de frita a carne, adicione água até cobrir toda a carne na panela. Deixe cozinhar até que boa parte da água evapore. Importante neste momento ir acertando o sal.

Então adicione o pimentão, o tomate e a cenoura, adicionando um pouco mais de água, deixando cozinhar por alguns minutos. Acerte o sal novamente.

Por último adicione as batatas bem como o molho de tomate, o manjericão e o cheiro verde, seguindo a mesma regra. Um pouco mais de água e deixe cozinhar até que todos os ingredientes estejam cozidos e a carne macia.

Obs: Recomendo utilizar uma panela grande e alta. Aqui em casa a preferência é pelo prato com batata salsa, mas você pode utilizar também mandioca (Aipim). Fica a seu critério.

Sirva como acompanhamento, arroz branco e saladas verdes escuras.

E aí? Deu fome?
Dê uma folga pra patroa e corra pra cozinha provar que homem também entende do assunto!

E se precisar de ajuda (para comer) estamos aqui!

Abraços.
Igor e Sol

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Qual seu vinho preferido?

Como todo bom descendente de italiano (como eu), em casa ele não pode faltar! Seja no verão ou no inverno, não dispensamos uma boa garrafa de vinho de vez em quando. Tanto o Igor e eu, quanto meus sogros, somos verdadeiros apreciadores de vinhos, e sempre estamos fuçando as prateleiras dos supermercados em busca de novidades boas e preços acessíveis. Temos preferência pelos vinhos secos, a uva Tannat é a nossa predileta, originária da França, mas atualmente produzida no Uruguai. É um vinho muito bom, vendido no Brasil a preços bem bacanas.

A Tannat é a uva emblemática do Uruguai, e segundo a história, essa variedade provém de terras bascas, de onde se difundiu em direção ao sudoeste francês, adaptando-se bem especialmente às encostas dos terrenos argilo-calcários dos Pirineus. Essa variedade de uva é rica em antioxidantes naturais, que ajudam a prevenir doenças (entre elas alguns tipos de câncer).

A Tannat é a uva emblemática do Uruguai, e segundo a história, essa variedade provém de terras bascas, de onde se difundiu em direção ao sudoeste francês, adaptando-se bem especialmente às encostas dos terrenos argilo-calcários dos Pirineus. Essa variedade de uva é rica em antioxidantes naturais, que ajudam a prevenir doenças (entre elas alguns tipos de câncer).

Os vinhos são excelentes companheiros em quase todas as ocasiões, principalmente durante as refeições. É a arte de combinar os alimentos com os vinhos para melhorar e realçar seu sabor, chama-se HARMONIZAÇÃO.

É um casamento que busca harmonia, daí a palavra. Algumas vezes, os pares se dão muito bem por serem parecidos. Em outras, porém, são as diferenças ou contrastes que tornam a combinação maravilhosa. Na harmonização dos vinhos e pratos, você pode brincar com essas duas opções.

Sua criatividade nas harmonizações pode surpreender os convidados, mas respeitar algumas regras básicas fará com que você seja considerado especialista no assunto. E lembre-se: quando um vinho é realmente excepcional, às vezes é melhor escolher como companhia um prato bem simples, que não interfira na degustação.

Carnes

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A carne bovina, preparada na parilla argentina ou na grelha, casa perfeitamente com vinhos tintos, como o malbec ou o cabernet. O cordeiro, com o syrah. A carne de porco, ao contrário, além de um tinto complexo como o pinot noir, vai muito bem com um branco, como o riesling. As carnes de caça, como o cervo, podem ser acompanhadas por um tinto muito intenso, como o merlot. Se você preparar carne com molhos condimentados, pode ressaltar esse tempero com um vinho à base de uvas combinadas: cabernet com malbec ou cabernet sauvignon.

Em se tratando de peixes, quanto mais branca for sua carne e mais delicado seu sabor, mais combinará com vinhos brancos e leves. Já os peixes oleosos podem “nadar” em um bom rosé.

Vegetais, queijos e sobremesas

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Dependendo da forma como forem preparados, os vegetais admitem uma harmonização mais variada. O arroz, por exemplo, poderá ir muito bem com brancos espanhóis ou tintos italianos, dependendo se a receita é paella ou risoto. As massas com molho à base de tomate preferem os tintos; as com molho branco ou cremoso casam bem com vinhos brancos encorpados. Os queijos maturados, como o camembert e o brie, preferem tintos muito jovens. Já os queijos azuis, como o roquefort e o gorgonzola, podem ser servidos com brancos doces em temperatura ambiente. Por último, sobremesas com creme vão bem com vinho do Porto, e doces que combinam frutas e merengues ficam magníficos com um borbulhante champanhe.

Agora que você já conhece as regras básicas, que tal surpreender seus convidados com combinações inovadoras e sabores inesquecíveis? Não esqueça de me convidar, viu? 🙂

Bjs

Sol Ferrari

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