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Entenda a Depressão… E ajude, não julgue!

Medo ou desconhecimento? Nesse artigo conheça 8 sintomas de pessoas que levam a vida com o que chamamos de “depressão mascarada”, doença que elas tentam esconder ou mesmo que nem sabem que têm. Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma […]

via OITO ATITUDES TÍPICAS DE PESSOAS QUE TÊM DEPRESSÃO, MAS NÃO DEMONSTRAM — maismaismedicina

Pilates na Gestação

Originally posted on NFfisio: Os exercícios de Pilates na gravidez podem ser realizado desde o primeiro trimestre, sem trazer qualquer problema para a mãe ou para o bebê. Estes exercícios são excelentes para aumentar o vínculo entre mãe e filho, fortalecer e tonificar os músculos de todo o corpo, preparando o corpo da mulher para a…

via Pilates na Gestação — maismaismedicina

REPELENTE NATURAL DE INSETOS

Então… Primavera chegou. E logo, logo o Verão está aí. E com ele o calor, o sol e… os insetos!

repelente

É quase impossível se livrar de pernilongos e borrachudos no verão. Digo mais, os insetos em geral estão presentes no nosso dia – a – dia, pois a urbanização não fez com que eles desaparecessem. E conviver com eles é necessário, afinal, nós invadimos o seu espaço, principalmente quando nos aventuramos a ir a locais com plantas como sítios, fazendas, praias e etc.

Para quem é adepto a produtos “natureba”, vai aí uma dica de repelente caseiro, fácil e eficaz. Uma substância caseira que, se manipulada de maneira correta, pode ser utilizada tanto quanto os repelentes industriais:

Para a receita do repelente, será necessário:

  • ½ litro de álcool
  • 10 g de cravo da india
  • 100 ml de óleo corporal (qualquer um de sua preferência)

Instruções:

  1. Em um vidro escuro, coloque os cravos da índia e cubra com álcool;
  2. Deixe descansar por 4 dias, balançando o recipiente duas vezes ao dia (pela manhã e a noite);
  3. Depois peneire o cravo e misture a tintura com o óleo corporal de sua preferência.

O uso do repelente pode ser a qualquer hora, uma dica é usar sempre durante a noite, hora em que os mosquitos e pernilongos atacam mais.

Ok?

Beijos

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FAÇA AS PAZES COM O ALHO E A CEBOLA

Conheço muita gente que torce o nariz para esta dupla. E não é a toa. A cebola e o alho carregam juntos a fama de causar mau hálito, intensificar o odor do suor e causar irritação ao olhos e à pele. Mas aqui em casa a gente não liga pra isso, não… eles são nossos atores principais quando o assunto é culinária. Tudo por que esta dupla também ocupa o topo da lista dos alimentos considerados “funcionais” – aqueles que, além de alimentar, são capazes de prevenir doenças e manter o organismo tinindo. Estudos comprovam que o alho e a cebola podem prevenir e tratar doenças, como gripe, diabetes e até reduzir os riscos de câncer.

Muitos nutrientes do bem
Entre os carros chefe nutricionais da cebola e do alho está o selênio, um poderoso antioxidante que fortalece o sistema imunológico e afasta o risco de tumores. Os dois também são ricos em vitamina C, outro agente antioxidante que combate infecções e aumenta as defesas do nosso organismo. Além disso, o alho e a cebola possuem boas doses de vitaminas do complexo B, importantes para combater o estresse e o desânimo.

cebola

Proteção contra o câncer
Estudos feitos por pesquisadores italianos do Instituto di Ricerche Farmacologiche “Mario Negri”, em Milão, na Itália, comprovaram que indivíduos que consomem maiores quantidades de alho e cebola (cerca de 22 porções por semana) correm um risco menor de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de boca, laringe, esôfago, cólon, mamas, ovário e rins. O benefício se dá graças a uma substância chamada alicina, um composto sulforoso presente nesses alimentos, mas que só se forma quando eles são triturados. Esta substância previne a ativação das nitrosaminas, compostos químicos cancerígenos encontrados principalmente em embutidos da carne, como a lingüiça.

Combate gripes e resfriados
Com eles, as vias respiratórias se mantêm abertas e descongestionadas. O alho e a cebola são ricos em substâncias anti-inflamatórias, antivirais, antiparasitárias, antibacterianas e antifúngicas, dentre elas a própria alicina. Por isso, é um ótimo remédio para afastar gripes, resfriados e infecções em geral. O alho ainda reduz e ajuda a diluir o muco nos pulmões, sendo eficaz contra tosse persistente e bronquite, podendo ser consumido junto a antibióticos. Além disso, a dupla contém vitaminas A, C e E, nutrientes que reforçam o sistema imunológico.

Não são realmente os Super Heróis da Cozinha??? 🙂

Beijos e boa semana.

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SAL DE COZINHA X SAL MARINHO (onde encontrei)

Pessoal! Republicando a pedidos…

Para todos que ficaram interessados em adquirir o Sal Marinho, nós o encontramos no Mercado Festval de Santa Felicidade (Curitiba/PR):

salguerande

Fruto do oceano, do sol e do vento, o “Sal de Guérande Le Guérandais”é colhido a mão nas salinas, respeitando um método artesanal milenar!  Ao contrário do sal industrial refinado, o sal de Guérande do mar da Bretanha é um sal de origem, não recebendo qualquer tipo de lavagem, nem processamento químico e nem aditivos (anti-aglomerante, agente defluidez, flúor, iodo ou nitrito). O pacote de 1 kilo custou R$ 15,00.
sal marinho

Já não é de hoje que sabemos que o sal é um grande vilão da nossa alimentação. Pois quando consumido em excesso, causa doenças cardiovasculares, hipertensão, cálculo renal, entre outros sérios problemas de saúde.  E, para que o sal não seja tão maléfico, é necessário controlar a quantidade do seu consumo no dia a dia, a qual não deve exceder o limite de 5 gramas (aproximadamente uma colher de chá) diárias, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Quando vamos ao supermercado, é comum irmos direto para a gôndola do sal refinado (sal de cozinha). Mas existe também o sal marinho, que já está sendo utilizado no mundo todo como um “substituto definitivo” do sal refinado, e que promete não fazer tão mal á nossa saúde. Será? Fui pesquisar a respeito, pois, particularmente, nunca usei e nem o conheço, sequer. Então estabeleci uma comparação entre os dois:

Sal Refinado
O sal refinado, assim como o sal marinho, é obtido através da evaporação da água do mar. Porém, o sal refinado passa por um processo térmico para que a sua umidade final fique em 0,05% e, também, pelo refinamento e branqueamento. Em ambos os processos, o sal perde quase todos os traços de microelementos ou oligoelementos (que inclui o iodo) e só permanece uma alta taxa de sódio.  Para tanto que, após o refinamento, o sal precisa passar por um processo de iodação, já que a deficiência dessa substância no organismo pode desencadear o desenvolvimento de doenças como bócio e outras anomalias.

Sal Marinho
Já o sal marinho não passa por nenhum desses processos, seja ele térmico, de refinamento e ou branqueamento e, portanto, mantém todos os microminerais e nutrientes que o sal refinado acaba perdendo, inclusive o iodo. Além disso, o sal marinho também possui um sabor menos salgado do que o sal refinado e não sofre adição de nenhuma substância química. Assim, o sal marinho permanece com cor e tamanho diferentes do refinado. No máximo, ele é moído para que o seu uso possa ser feito no preparo de alimentos.

Efeitos do Sal Refinado e  respectivas doenças:
Hipertensão arterial
Edemas
Eclampsia e pré-eclampsia
Arteriosclerose cerebral
Aterosclerose
Cálculos renais
Cálculos vesicais
Cálculos biliares
Hipoplasia da tireóide
Nódulos da tireóide
Disfunções das paratireóides

Aditivos Químicos do Sal Refinado:
Iodeto de potássio
Óxido de cálcio
Carbonato de cálcio
Ferrocianeto de sódio
Prussiato amarelo de sódio
Fosfato tricálcico de alumínio
Silicato aluminado de sódio
Dextrose
Talco mineral

Diante do exposto, não tem nem o que discutir. O negócio é passar a usar sal marinho em tudoooo e garantir a nossa plena saúde, não acham?

Bjs

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SAL DE COZINHA X SAL MARINHO

sal marinho

Já não é de hoje que sabemos que o sal é um grande vilão da nossa alimentação. Pois quando consumido em excesso, causa doenças cardiovasculares, hipertensão, cálculo renal, entre outros sérios problemas de saúde.  E, para que o sal não seja tão maléfico, é necessário controlar a quantidade do seu consumo no dia a dia, a qual não deve exceder o limite de 5 gramas (aproximadamente uma colher de chá) diárias, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Quando vamos ao supermercado, é comum irmos direto para a gôndola do sal refinado (sal de cozinha). Mas existe também o sal marinho, que já está sendo utilizado no mundo todo como um “substituto definitivo” do sal refinado, e que promete não fazer tão mal á nossa saúde. Será? Fui pesquisar a respeito, pois, particularmente, nunca usei e nem o conheço, sequer. Então estabeleci uma comparação entre os dois:

Sal Refinado
O sal refinado, assim como o sal marinho, é obtido através da evaporação da água do mar. Porém, o sal refinado passa por um processo térmico para que a sua umidade final fique em 0,05% e, também, pelo refinamento e branqueamento. Em ambos os processos, o sal perde quase todos os traços de microelementos ou oligoelementos (que inclui o iodo) e só permanece uma alta taxa de sódio.  Para tanto que, após o refinamento, o sal precisa passar por um processo de iodação, já que a deficiência dessa substância no organismo pode desencadear o desenvolvimento de doenças como bócio e outras anomalias.

Sal Marinho
Já o sal marinho não passa por nenhum desses processos, seja ele térmico, de refinamento e ou branqueamento e, portanto, mantém todos os microminerais e nutrientes que o sal refinado acaba perdendo, inclusive o iodo. Além disso, o sal marinho também possui um sabor menos salgado do que o sal refinado e não sofre adição de nenhuma substância química. Assim, o sal marinho permanece com cor e tamanho diferentes do refinado. No máximo, ele é moído para que o seu uso possa ser feito no preparo de alimentos.

Efeitos do Sal Refinado e  respectivas doenças:
Hipertensão arterial
Edemas
Eclampsia e pré-eclampsia
Arteriosclerose cerebral
Aterosclerose
Cálculos renais
Cálculos vesicais
Cálculos biliares
Hipoplasia da tireóide
Nódulos da tireóide
Disfunções das paratireóides

Aditivos Químicos do Sal Refinado:
Iodeto de potássio
Óxido de cálcio
Carbonato de cálcio
Ferrocianeto de sódio
Prussiato amarelo de sódio
Fosfato tricálcico de alumínio
Silicato aluminado de sódio
Dextrose
Talco mineral

Diante do exposto, não tem nem o que discutir. O negócio é passar a usar sal marinho em tudoooo e garantir a nossa plena saúde, não acham? Vou ligar já pro Igor e pedir pra comprar hoje mesmo!

Bjs

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AS FRITURAS E NOSSA SAÚDE

Quem resiste a um hambúrguer apetitoso acompanhado de batata frita e refrigerante? (adooooro!)

hamburger

Ou ainda… um salgadinho de festa de criança… (deu água na boca só de olhar esta imagem):

salgadinhos

Ou até mesmo um delicioso bife na frigideira com bastante cebola!!! hummmm…

bife acebolado

Pois é! Estes vilões disfarçados de bonzinhos e deliciosos, podem fazer muito mal à nossa saúde com o passar dos anos, infelizmente. Tudo por que o excesso de fritura na alimentação aumenta a chance do surgimento de doenças cardiovasculares, pois quando o óleo é submetido a altas temperaturas, transforma-se em uma gordura maléfica para a saúde, entupindo as artérias e causando sérios danos. Então, para garantir nossa longevidade e qualidade de vida é necessário evitarmos ao máximo consumir frituras.

O ideal é evitar ao máximo esses alimentos que necessitam da fritura em seu modo de preparo, pois o consumo da mesma pode causar diversos problemas relacionados à saúde. Dê preferência aos alimentos assados, grelhados e preparados no vapor.

Os principais problemas relacionados com estes tipos de gorduras encontradas na fritura, quando consumidos em excesso, são: doenças cardiovasculares, aumento da pressão arterial, desenvolvimento de câncer, redução do crescimento, má absorção de nutrientes, diminuição da fertilidade, entre outras.

A fritura deixa o alimento consumido com uma característica inflamatória que pode estimular o acúmulo de gordura abdominal e também levar à resistência a insulina, o que desencadeia cansaço, mal-estar, dores de cabeça e falta de energia. Mesmo que se utilize óleo de boa qualidade para fritar os alimentos ele pode ser prejudicial à saúde. O processo de fritura faz alterações químicas no óleo, que o transforma em gordura saturada, causadora de diversas doenças. Se você vai fritar a comida é indicado usar óleos de soja, canola, milho e girassol. O azeite de oliva, apesar de mais indicado para temperar salada e outros alimentos, não é bom para ser aquecido, porque oxida rapidamente.

Depois do preparo do alimento, jamais guarde o óleo na própria frigideira dentro do forno para reutilizar depois. Segundo especialistas, o ideal é usar o produto, esperar esfriar, filtrar e colocar em um recipiente, como uma garrafa PET, para encaminhá-lo a um ponto de reciclagem.

Grelhados:

grelhados

Uma opção para livrar-se dos males das frituras é substituí-las pelos grelhados. Peixe, frango e cortes mais finos de carne são indicados para a grelha, pois são de cozimento rápido. Assim, os nutrientes dos alimentos são preservados, o que não acontece com as frituras. Mas não é preciso riscar de vez do cardápio a fritura. É permitido consumir esses alimentos, mas com cautela.
As comidas fritas podem fazer parte do cardápio até uma vez por semana e você deve optar por somente um tipo. Ou seja, se quiser manter a saúde, é bom evitar a famosa combinação bife com batatas fritas… snif! 😦

Bjs

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